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12 Homens e uma Sentença

Há 9 anos em cartaz, com mais de 500 mil espectadores, Prêmio APCA de melhor espetáculo e duas indicações ao Prêmio Shell, 12 Homens e uma Sentença entra em curta temporada no Teatro Aliança Francesa.

SINOPSE

O calor escaldante do verão de Nova York faz o suor pingar do rosto dos 12 homens trancados a chave numa pequena e claustrofóbica “sala de júri”. Depois de dias de julgamento, está em suas mãos decidir a sorte do réu. O mais importante: o veredicto precisa ser unânime. Se os 12 enclausurados jurados considerarem o réu culpado do assassinato do próprio pai, ele será executado, mas se um deles tiver uma dúvida razoável a respeito da culpabilidade, o garoto não poderá ser condenado.

O espetáculo reestreia no dia 10 de outubro, quinta-feira, às 20h30.  A temporada vai até 17 de novembro, sempre quintas, sextas e sábados, às 20h30, e domingo, às 19h. A direção é de Eduardo Tolentino de Araujo. A montagem retorna em 2019 para coroar os 40 anos de história do Grupo Tapa, com sessões no Teatro Aliança Francesa, palco que foi residência artística do grupo durante os primeiros 15 anos de atividades em São Paulo.

Com texto de Reginald Rose e tradução de Ivo Barroso, a montagem traz no elenco Adriano Bedin, Ariel Cannal, Augusto César, Brian Penido Ross, Bruno Barchesi, Carlos Meceni, Daniel Volpi, Fúlvio Filho, Genézio de Barros, Guilherme Sant’Anna, Norival Rizzo, Renato Caldas e Rodolfo Freitas.

Com dramaturgia elaborada numa escala gradual de unidades dramáticas, o texto vai envolvendo o espectador na medida em que a história vai sendo contada. Doze atores em cena o tempo todo, a peça cria um fascinante embate, que culmina em um prazeroso desfile de uma amostra da sociedade.

Para o diretor Eduardo Tolentino, o desafio de transpor o filme para os palcos está no trabalho de atores. “Trata-se de algo que envolve ideias e discussões, por isso é importante saber como tornar isso ao mesmo tempo atraente e impactante, como no filme. Precisamos estruturar a montagem para que vá além da fala e esteja tanto no corpo dos atores como no palco.”

O filme e a história criada para a TV

Esta montagem conduz ao tablado o clássico que trazia no elenco também Martin Balsam, E.G.Marshall, Jack Warden, Ed Begley, Ed Binns, Jack Klugman. O filme, em preto e branco, recebeu três indicações ao Oscar – melhor filme, melhor direção e melhor roteiro adaptado. Henry Fonda ganhou o Bafta como melhor ator. Lumet venceu o Urso de Ouro de melhor filme no Festival de Berlim. No total, foram 13 prêmios e seis outras indicações. Fato curioso é que o filme, exceto três minutos de projeção, foi gravado dentro de uma pequena sala.

A história foi criada originalmente como uma peça feita para a TV e apresentada ao vivo em 1954 pela CBS; durante décadas acreditou-se que a apresentação original havia se perdido, até que, em 2003, houve a descoberta de uma fita gravada com o programa.

Henry Fonda viu a apresentação na TV e ficou impressionado com a peça. Reconhecendo um papel que se adequava com perfeição à sua sinceridade tranquila e vendo a oportunidade de um filme emocionante, Fonda o produziu do próprio bolso. Entregou a direção a Lumet, um dinâmico veterano do teatro de TV ao vivo, cuja experiência lhe permitiu – e ao diretor de fotografia Boris Kaufman, outro especialista em trabalhar em espaços limitados e em preto-e-branco – extrair a tensão galopante do roteiro bem amarrado de Rose e concluir o filme em menos de 20 dias.

A telepeça de Reginald Rose recebeu uma refilmagem em 1997, também feita para a TV, com o mesmo título original. Foi dirigida por William Friedkin, o diretor de Operação França e O Exorcista. O elenco de grandes nomes tinha Jack Lemmon no papel que havia sido de Henry Fonda, George C. Scott ocupando o lugar de Lee J. Cobb, e os outros jurados foram interpretados por Armin Mueller-Stahl, James Gandolfini, Edward James Olmos e Hume Cronyn.

Entre as montagens teatrais da história no mundo, destaque para a de Harold Pinter, em 1996. Em 2003 o texto teve uma encenação aclamada no Festival de Edinburgo, com Owen O’Neill no papel do jurado 8. Vale ressaltar também a montagem do grupo Roundabout, de Nova York, em 2005, com três indicações para o TONY – melhor revival, melhor direção e melhor ator protagonista – além de vários outros prêmios.

 

FICHA TÉCNICA

TEXTO: Reginald Rose | DIREÇÃO: Eduardo Tolentino de Araujo | TRADUÇÃO: Ivo Barroso | ELENCO: Adriano Bedin, Ariel Cannal, Augusto César, Brian Penido Ross, Bruno Barchesi, Carlos Meceni, Daniel Volpi, Fúlvio Filho, Genézio de Barros, Guilherme Sant'Anna, Norival Rizzo, Renato Caldas e Rodolfo Freitas. | CENÁRIOS E FIGURINOS: Lola Tolentino | ILUMINAÇÃO: Nelson Ferreira | ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Victor Sorrentino | PRODUÇÃO EXECUTIVA: Ariel Cannal |

SERVIÇO

DOZE HOMENS E UMA SENTENÇA

Temporada: de 10 de Outubro a 17 de Novembro
Horários:
 Quinta a Sábado às 20h30. Domingo às 19h
Classificação Indicativa: 12 anos
Duração: 100 min
Gênero: Drama
Ingressos: R$ 30,00 quinta e sexta | R$ 60,00 sábado e domingo.
Capacidade: 226 lugares + 4 PNE
Local: Teatro Aliança Francesa

INGRESSOS

Quintas e Sextas R$ 30,00 (Inteira) | R$15,00 (meia)
Sábados e Domingos
 R$ 60,00 (Inteira) |  R$ 30,00 (meia)

Bilheteria do Teatro Aliança Francesa abre somente em dias de espetáculo, 1h antes do início das apresentações.
Vendas pela Internet através do site da Sympla 
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nformações e dúvidas acesse | ajuda.sympla

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Não é permitido comer e beber na sala de espetáculo.
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